No lampejo da lamparina...
já reclinado...
pelas pálpebras se desenhava
Um quente desejo...
quando rangio a porta...
O vento cochilando fraco...
Assobiava lá fora...
volta e meia o galho do velho ipê...
acarinhada o telhado...
Me virei semi desnudo...
de costas como se meio destapado
Ignorando...
visto que... canção da lida me punha... solto a divagar sem sono
De repente a lamparina...
velho candieiro... se apagou.
E... escutei um suspirar pedindo aconchego ... que como eu ... sem sono... buscava outra luz para ficar...
Não vi... mas senti o perfume que como de rosa ... buscava uma pétala... e outra sobre meu corpo ... e seu frio ... se punha ... indelével me buscar.
Pediu... sem falar ... o abraço amigo ... roçou com as pontas das unhas ... minhas costas ... senti seus lábios quentes buscar os meus...
Me virei...
...tava molhado de amor.....quando ...
Nada vi nem senti... era um sonho... acordei...
Bom dia...
Era você...
domingo, 26 de novembro de 2017
SUB IPÊ - Amor Platônico
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