Lá fora...
as lágrimas do tempo se embrulha no aconchego das penas da saracura...
cada gotinha...
tento feito menino...
segurar na palma da mão branquinha...
e joga-las na sanga ... ainda decorada com as pitanga que a brisa sacudio pros lambaris ... lá e aqui
Como eu.
Nas redeas do pensamento...
largados por aqui...
Como se o tempo me assoprasse no ouvido... distante um coração entristecido...
Chora de saudade de você ...
Numa melodia sem final...
como gotejar... E no entanto... anoitece no avarandado... donde curruiras
Comem pirilampos...
E as rãs na sanga teimam em me deduzir
Num bailado
Feito orquestra
E assim...
a névoa úmida e fria vem buscar meu peito...
e fustigar meus desvelos do dia q se foi sem se despedir...
RS/SC 26/11/2017
R.W.
Nenhum comentário:
Postar um comentário